A resenha aqui no blog sobre o disco anterior da banda, o Good Night, terminava com a seguinte frase: “A Deepmoon aposta só na cara e na coragem. E se dá bem”.

Em Carbon Copy a banda continua apostando e se dando bem.

Este segundo disco foi o mais bem trabalhado. Percebe-se todo um cuidado na produção, com a participação do Iago Guimarães, que também trabalhou com a Corona Nimbus, no seu excelente disco de estreia.

Em Carbon Copy tudo que era referência e não ficou bem claro no EP de estreia ou no Good Night está bem na cara.

Os anos 80 estão mais presentes do que nunca. Mas se engana quem acha que soa algo datado e saudosista, as referências servem apenas como ponto de partida para criar o novo e surpreender com novas sonoridades.

Impossível ficar parado aos primeiros acordes de “Make or Break”. A guitarra no início de “Subconsciou” nos leva a lembrar de um disco que começa com Ok e termina com Computer. “Extra Sun” é aquela música que toca fácil em qualquer rádio do brasil e na gringa. E o disco finaliza com uma porrada chamada “No Control”.

Que venham mais apostas.

*Rubens Lerneh