No Essence lança novo disco com músicas que falam de dilemas da mente e desilusões amorosas.

Do que você tem medo? A pergunta pode parecer simples, mas por trás dela existe uma série de fatores de difícil entendimento que podemos ligar com nossa mente, e principalmente, a nossas prisões psicológicas. E são essas ramificações da nossa insegurança, seja de cunho mental ou físico, que dão o tom do álbum “Minha Prisão”, primeiro disco da banda piauiense No Essence. A capa do disco foi criada pelo artista gráfico Fábio Meneses, que retratou uma espécie de escada especial que termina na íris de um olho, aparentando ser um grande labirinto, onde ideias e pensamento estão em uma prisão que transcende a realidade.

O álbum celebra o retorno da banda após mais de 10 anos de hiato. Formada no início dos Anos 2000, a No Essence conta com Thiago Emérito (vocal), Patrício Lima (guitarra), Júnior Astúcia (baixo), Delson Gomes (bateria) e Fábio Gomes (guitarra), e tem como  influência bandas como Reação em Cadeia, Udora, Oceania, Ego Kill Talent, Audioslave, Pearl Jam, Alter Bridge, Scalene, Breaking Benjamin, Nickelback e Creed.

O disco “Minha Prisão” foi gravado, mixado e masterizado no estúdio Dogão Records, e contou com um ano de produção e já está disponível em todas as plataformas digitais.  O primeiro single da banda foi a música “Aonde Vou”, que também foi o primeiro clipe da banda. O single toca na ferida da depressão e passa uma mensagem de esperança para pessoas que estão na luta por uma saúde mental equilibrada. Depois, o single de trabalho escolhido foi a música “De Volta ao Lar”, que celebra a importância de fazer o que realmente se gosta e estar com as pessoas que, de fato, estão conosco. Ambas estão na tracklist do CD, que também ganhará um novo clipe em breve.

“Esse disco conta com músicas que regravamos no nosso primeiro EP e mereciam uma qualidade melhor, ainda de músicas inéditas que mostram nossas novas influências e o amadurecimento da banda. Tivemos um atraso no lançamento devido à pandemia, aguardando os desdobramentos do que viria a seguir, e nos sentimos à vontade de lança-lo agora em outubro. O nome do álbum remete às diversas formas de “prisão” que temos em nossas vidas. Como prisões do nosso psicológico, da nossa insegurança, vícios, algemas digitais, desilusões amorosas e até mesmo da nossa segurança”, ressalta Patrício Lima, guitarrista da No Essence.

*Rubens Lerneh