Você pode até não gostar de ficar em casa, mas, com certeza, foi o lugar em que você mais esteve nos últimos meses de pandemia. Tudo bem que agora não é uma questão de ordem e muitos já se sentem à vontade para circular; todavia, outros ainda permanecem em isolamento.

Foi nesse imperativo de ficar em casa que Renata Flávia, na ânsia de expressar seus sentimentos, achou de escrever “Morada, te faço”. Na apresentação, a autora expressa suas tentativas de preencher o tempo vazio gerado pelo isolamento e, apesar das tentativas, a poesia não foi a sua primeira opção, foi a última, na verdade, resultando em “Morada, te faço”.

O e-book é dividido em três partes: Céu, Concha e Corpo. Coincidentemente, três lugares de morada, subjetivas ou não. Achei muito pertinente colocar esses três lugares como morada – assim entendidos por mim; alguns já encontram-se fazendo morada no céu, outros encontram conforto em alguns corpos, há aqueles que encontram lar em si mesmos, fechados que nem concha. 

Eu diria que o e-book é uma ode à morada, à nossa casa, ao lugar em que nos sentimos lar; seus poemas tratam das várias visões e percepções de lar. Renata Flávia descreve a morada de uma forma tão poética que chega a nos transportar para sua morada.

Para adquirir o e-book, que é distribuído de forma gratuita, basta acessar o formulário do Google disponível no Instagram da autora ou no link que segue abaixo. Bom, você pode fazer contribuições que ela sugere no e-mail que manda junto a obra. Caso você possa, faça a contribuição, uma forma de valorizar a arte.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdU8uvSgghShHvud8Sp_pSMKeW19up29bXbHDHfiwdS09zWjA/viewform

Renata Flávia é teresinense e já lançou outros dois livros:  Mar Grave (2018) e Lustre de Carne (2019), ambos pela Editora Moinhos.

*Dani Marques

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