Uma nova fase surge onde havia morte, desesperança e caos. Inspirados por esses momentos e pelas sensações que os impactaram, Desonra, compôs 10 músicas densas e repletas de significados que trazem à tona experiências pessoais, que passam pela tristeza, revolta e ódio. 

Começando a composição do álbum antes da pandemia, há cerca de 3 anos e durante esse processo de maturação das músicas, o mundo entrou em lockdown durante a pandemia de COVID-19 e isso afetou diretamente tanto as músicas quanto as letras. 

Gravado no renomado estúdio Fusão, em São Paulo\SP, entre final de Fevereiro de 2022 e início de Março e com a produção de Thiago Bianchi (Noturnall), esse álbum é a síntese da alma dos integrantes, junto a reflexões e aspirações.

Desde meados de 2014, a DESONRA está ativa e busca somar na cena independente, fazendo parcerias com bandas de outros estados e organizando seus próprios eventos. Com influências de Metallica, Slayer, Pantera, Gojira, Black Sabbath, Overdose, Sepultura, Macakongs 2099, DFC, Violator, Ratos de Porão, entre outros, a DESONRA prepara o seu próprio caminho. 

O intuito da banda é aliar o peso dos instrumentos com a agressividade do seu vocal, executando as músicas com um sentimento de “olho no olho”, de forma incisiva, simples e direta. As letras expõem o lado podre do ser humano e das corporações manipuladoras, que de forma cotidiana agridem e humilham o cidadão. Por meio dessa crítica social, a banda tem esperança de que alguma coisa possa melhorar através dessa forma de agir e de pensar. 

Formada por Beto Padilha na bateria, Cleiber Mota no vocal, Luiz Araújo na guitarra e Mike no baixo, a DESONRA já passou por várias cidades do Brasil em turnês pelo Rio Grande do Sul e São Paulo, além de tocar em diversos festivais, tendo como destaque o Porão do Rock em 2018, onde foi banda de abertura do palco principal.